FONTE: www.sjtalha.nethttps://youtu.be/tRGrgcUVMyA
Levei 45 anos para descobrir que minha liberdade de escrita, mesmo tendo, já, algo de livre da própria natureza e fortuna de ter nascido no Brasil, dependia de se assumir raso, melhor, da margem ou se esfera, superfície. Isso trouxe um bom momento, quando me declarei medíocre, pois uma professora, do Curso de Letras de 2007, doutorada na USP, Zanelatto, então não é pouca coisa, tentou me demover de tal opinião e expliquei que o medíocre, aí, se trata de algo fora da restrição léxica.
Leio literatura desde os 7 anos, já escrevi muita coisa, muita poesia e um romance, além de ter iniciado vários outros (e se eu não morrer ou ficar realmente fodido -impedido total- antes dos 70 ou 80, terminarei tudo que está em andamento e rascunho).
Mas, sinceramente acho que um professor que me disse que sou medíocre porque não leio a partir de Derrida, tem algo de razão.
Leio literatura desde os 7 anos, já escrevi muita coisa, muita poesia e um romance, além de ter iniciado vários outros (e se eu não morrer ou ficar realmente fodido -impedido total- antes dos 70 ou 80, terminarei tudo que está em andamento e rascunho).
Mas, sinceramente acho que um professor que me disse que sou medíocre porque não leio a partir de Derrida, tem algo de razão.
Esse professor da acusação é um sujeito dedicado, é inteligente, não é medíocre, ele lê Derrida. E isso me influenciou, já estou no terceiro ano com vontade de ler Derrida. E algo de Clarice, -ele se declara "clariciano" e propõe Clarice o tempo todo (tempo acadêmico)-, apesar de uma recusa natural que tenho à Clarice e Drumond, procurei me esforçar; não rolou.
Ao fim das contas fiquei enojado da clariciazação, isso me afastou de Clarice, antes mesmo de me aproximar dela. Derrida não vejo bem, na fila filosófica e não sei se arrumarei tempo para ele, a não ser que algo obrigue. Quanto ao Drumond, embora dedique também cordial antipatia ao Diogo Mainardi, creio que ele saca muito de poesia, literatura, filosofia; então Drumond segue dispensado, pois Mainardi não o recomenda bem... Sei, sei, monte de gente fala mal, recusam Mainardi como referencial; mas até o momento o vejo melhor que seus detratores, que misturam muito a política em seus julgamentos do poder perceptivo do cara, em literatura et al.
E minha ignorância, digo mediocridade, me autoriza a isto que foi dito. Bem, estou precisando de um pouco de "Sex/Pistols", de "Clash", de Renato Russo/Legião, de Beethoven -esquecendo que Beethoven é Beethoven-, mas principalmente de Sex/Pistols e Morrison, quem sabe... preciso limpar esta pseudointelectualização que tenta tomar conta de mim... fazer-me fingido que não sou superficial. Não sei de nada, isso sei, (foi acidental a recorrência à Sócrates, vi depois, o "lance") só não sabia até ontem que tinha mais essa especial mediocridade, não li Derrida... Mas, acho que hoje mesmo ou amanhã, depois de uma navegada básica... quem sabe sim.
E minha ignorância, digo mediocridade, me autoriza a isto que foi dito. Bem, estou precisando de um pouco de "Sex/Pistols", de "Clash", de Renato Russo/Legião, de Beethoven -esquecendo que Beethoven é Beethoven-, mas principalmente de Sex/Pistols e Morrison, quem sabe... preciso limpar esta pseudointelectualização que tenta tomar conta de mim... fazer-me fingido que não sou superficial. Não sei de nada, isso sei, (foi acidental a recorrência à Sócrates, vi depois, o "lance") só não sabia até ontem que tinha mais essa especial mediocridade, não li Derrida... Mas, acho que hoje mesmo ou amanhã, depois de uma navegada básica... quem sabe sim.
Olha só o que se diz em Pretty Vacant:
Bonito Desocupado; Não há lucro em perguntar , você não replicará; Oh, apenas se lembre, eu não decido; Eu não tenho razão, é demais; Você sempre nos encontrará "fora para o almoço" Oh, nós somos tão bonitos; Oh, tão bonitos, nós somos desocupados; Oh, nós somos tão bonitos, nós somos desocupados; Oh, tão bonitos; Um desocupado Não nos peça para atender por não estamos nem aí; Oh, não finja porque eu não me importo; Eu não acredito em ilusões porque muita coisa é real; Então pare, você é um crítico barato porque nós sabemos o que sentimos Oh, nós somos tão bonitos; Oh, tão bonitos, nós somos desocupados; Oh, nós somos tão bonitos; Oh, tão bonitos, nós somos desocupados; Ah, mas agora não nos importamos Não há lucro em perguntar , você não replicará; Oh, apenas se lembre, eu não decido; Eu não tenho razão, é demais; Você sempre me encontrará “fora para o almoço”,Nós estamos “fora para almoço” Oh, nós somos tão bonitos; Oh, tão bonitos, nós somos desocupados; Oh, nós somos tão bonitos;Oh, tão bonitos, nós somos desocupados Oh, nós somos tão bonitos; Oh, tão bonitos, ah Mas agora não nos importamos Nós somos bonitos; Um bonito desocupado.
Nós somos bonitos
Um bonito desocupado
Nós somos bonitos
Um bonito desocupado
Nós somos bonitos Um bonito desocupado
Nós somos bonitos
Um bonito desocupado
Nós somos bonitos
Um bonito desocupado
Nós somos bonitos Um bonito desocupado
FONTE: YOUTUBE
Um comentário:
ouvi isso de ser medíocre do mesmo professor só que em três lagoas. hoje em dia não nutro a mesma devoção a ele, mas a verdade é que ele mudou a forma de ver as coisas, um tapão na cara de quem era acostumado à mediocridade...rs.
ps: mas só de a pessoa se autoafirmar, como não sendo medíocre, ela já se torna.
http://quemescolheuesserostoparamim.blogspot.com/
dê uma olhadinha lá.
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