SE TENS A TI, de alguma forma ora e se aliança com Deus, portanto, não o teme, o respeita o tens e te tens; e se tens a ti e a Deus, muito menos temerá Lúcifer, Satã, Diabo ou qualquer, livra-te, pela luz do pensamento forte e oração, e poderá entender tudo no possível, na literatura, o todo.
Dedico esta reflexão poética a todos que comigo compartilham a sem razão e razão de tudo; uns poucos loucos e miseráveis como eu... Ou serão muitos?
Que seja... Herdaremos o tudo, ou o nada!
Atacar o mal é vencermos a nós mesmos e as nossas desculpas, nossa preguiça e nossa tola crença em achar que ir a um templo corrompido nos põe fora da obrigação...
Ir a um templo exige antes de tudo compreender que níveis de corrupção existem em cada canto; alteração de princípios, pelo bem, mal ou meio, é corrupção; então ela existe no todo, em tudo; há corrupção positiva, neutra e negativa; e mesmo quando ela é negativa; por exemplo dandismo em uma igreja, más intenções sacerdotais, etc; tens que desarmar a tudo, e de joelhos na solidão ou na missa ou culto de domingo, realizar um trabalho espiritual tal, que toca naquilo que refere a poesia "Se és Capaz", de Rudyard Kipling; "entre reis e plebeus, não te corromperes, nem perder tua dignidade..." Estar em si, em Deus e do toque em todos os estares à volta, tirar o melhor...
Ele, o da Cruz, mostrou que não se pode cruzar os braços... A verdade brutal da lição do sangue em sacrifício, o pão corpo, o sangue vinho, é na realidade um lenitivo, uma redenção, mas não o desvio de nós mesmos, sacrificar-se sem martírio, mas sacrificar-se sem egoísmo, dois polos orientadores para o equilíbrio... A escolha é sua, mas escolher não escolher é só covardia, que será um dia cobrada, e por ti mesmo!
O ÚLTIMO SOLO
Eles virão... de todos os cantos, virão com suas canções, com suas angústias, panelas vazias, com seus largos e batidos calções, novos, vindos dos destroçados corações... Camisetas de eleição... Trarão bandeiras fantasmas... pequenas mãos infantis maltratadas sob máquinas, meninas de espírito confuso pela profanação de seus valores corporais, indiferenças, humilhações, humilhações, humilhação...
Ele, o da Cruz, mostrou que não se pode cruzar os braços... A verdade brutal da lição do sangue em sacrifício, o pão corpo, o sangue vinho, é na realidade um lenitivo, uma redenção, mas não o desvio de nós mesmos, sacrificar-se sem martírio, mas sacrificar-se sem egoísmo, dois polos orientadores para o equilíbrio... A escolha é sua, mas escolher não escolher é só covardia, que será um dia cobrada, e por ti mesmo!
O ÚLTIMO SOLO
Eles virão... de todos os cantos, virão com suas canções, com suas angústias, panelas vazias, com seus largos e batidos calções, novos, vindos dos destroçados corações... Camisetas de eleição... Trarão bandeiras fantasmas... pequenas mãos infantis maltratadas sob máquinas, meninas de espírito confuso pela profanação de seus valores corporais, indiferenças, humilhações, humilhações, humilhação...
Muito sangue, muito sono, ódios vindos de todas as estações. “Eis o avesso do VERBO”, é a última reação. Eles reagiram, reagirão... De nada adiantará tentar se proteger, o inferno estará com todos os gatos gordos sob guardiões que lhes pisam pela eternidade, sem compleição... Mas esses inocentes profanados se tornarão demônios alados, e muros serão destruídos ou suficiente mutilados; entrarão;
Estoicos de braços cruzados pelo castigo, continuarão a assistir, mas desta vez é o castigo imperial dos Céus Gerais, da implacável história, que imprimem as notas harmônicas da infelicidade de não entender o que é redenção!
Eles mesmos comporão suas canções... De suas bocas azuis, que um dia tiveram inocência, soprará o vento com antigo sangue celestial, a arte inocente e maldosa... tão estranha... Não haverá mais o solapar, porque tudo estará destruído e sem portões... sem as bobas canções...
As últimas testemunhas lúcidas, saídas do portal de suas justificáveis e injustificáveis fraquezas, diante e sob o tropel das 16 patas, sorrirão com seus sangues em chamas, e tudo será ceifado, desde o antes dos princípios, passando pelo maior engano de Platão e chegando à pior conclusão: "Penso, logo, é tarde..." eis a última das provas de que é inútil agora, qualquer oração...
E minha inveja nunca foi tão triste, sim porque invejo a própria inveja, invejo a capacidade de invejar; minha fraqueza é tão grande perante a inexorabilidade das engrenagens de ir adiante do total simples de coisas, estou totalmente fora de tudo; não socorri, não lhes estendi a mão; como o fotografo do menino e o abutre, não fui a eles quando podia, agora a saliva de Lázaro está fora de questão... não mais pode ser a água que socorre uma sede indescritível; mas a esperança é um ser, um anjo, talvez um dos mais anjos dos anjos
Estou fora, excluído como os excluí ao fingir preocupação... Aí vem o Cão, para sua ceia, sua redentora missão, vem Satã, obediente, como sempre foi, enganando quase todos, menos Baudelaire, o poeta à frente, que avisou: “O maior truque do Diabo foi fazer com que todos pensassem que nunca existiu, que não existe...”
E você estará livre e vigilante, pois, de maneira simples e natural escolheu Deus, a luz em ti e a água limpa no poço que é tua alma; eu vejo, eu aplaudo, eu celebro... Felizes os escolhidos.
Estoicos de braços cruzados pelo castigo, continuarão a assistir, mas desta vez é o castigo imperial dos Céus Gerais, da implacável história, que imprimem as notas harmônicas da infelicidade de não entender o que é redenção!
Eles mesmos comporão suas canções... De suas bocas azuis, que um dia tiveram inocência, soprará o vento com antigo sangue celestial, a arte inocente e maldosa... tão estranha... Não haverá mais o solapar, porque tudo estará destruído e sem portões... sem as bobas canções...
As últimas testemunhas lúcidas, saídas do portal de suas justificáveis e injustificáveis fraquezas, diante e sob o tropel das 16 patas, sorrirão com seus sangues em chamas, e tudo será ceifado, desde o antes dos princípios, passando pelo maior engano de Platão e chegando à pior conclusão: "Penso, logo, é tarde..." eis a última das provas de que é inútil agora, qualquer oração...
E minha inveja nunca foi tão triste, sim porque invejo a própria inveja, invejo a capacidade de invejar; minha fraqueza é tão grande perante a inexorabilidade das engrenagens de ir adiante do total simples de coisas, estou totalmente fora de tudo; não socorri, não lhes estendi a mão; como o fotografo do menino e o abutre, não fui a eles quando podia, agora a saliva de Lázaro está fora de questão... não mais pode ser a água que socorre uma sede indescritível; mas a esperança é um ser, um anjo, talvez um dos mais anjos dos anjos
Estou fora, excluído como os excluí ao fingir preocupação... Aí vem o Cão, para sua ceia, sua redentora missão, vem Satã, obediente, como sempre foi, enganando quase todos, menos Baudelaire, o poeta à frente, que avisou: “O maior truque do Diabo foi fazer com que todos pensassem que nunca existiu, que não existe...”
E você estará livre e vigilante, pois, de maneira simples e natural escolheu Deus, a luz em ti e a água limpa no poço que é tua alma; eu vejo, eu aplaudo, eu celebro... Felizes os escolhidos.

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