REFERÊNCIAS DAS IMAGENS
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A POESIA PERFEITA. É um pedaço de vidro igual água. É sólido mas é líquido. É colorido e se é branco ou cor da água, tem parcerias, vidros coloridos, liquefeitos, móveis, inferíveis. Tem gosto de jujuba e doce turco que nunca acaba, como da Wonka... E toma espíritos, é bebida por eles e neles bebe, é um estado, uma possessão; marcas em brasa, como se os dentes do menino que sorri fossem do fogo que Jesus usa para batizar e seus cabelos a água de São João Batista... A poesia perfeita cura todas as feridas por um instante mágico em que se aspira a rosa de Saint Exupery. A poesia perfeita é o movimento de se inclinar sem esforço algum e beber água de uma fonte cristalina cercada de pedras cinzas e gramas verdes, depois colher em um rústico e limpíssimo copo, para quem suavemente acompanha... A POESIA PERFEITA é caminhar, prosseguir, simplesmente, seguir... a POESIA PERFEITA só pode ser de todos, sem que se saiba; seguimos, prosseguimos... e só... pois entortam as estrelas, as ondas chocantes das encostas encarpadas ou areais, também os túneis cedem e os esguios e anelados seres modificam lá e cá seus caminhos, vergônteos galhos dançam na chuva e sobrevivem flores e frutos... da chuva tirando o precisar... A POESIA PERFEITA É DE ÁGUA... Keats disse, meu nome escrito em água... nada fica... a não ser... o que segue... Uma estação após a outra, as folhas indo para os mares... perfeito...









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