
O poeta é alvo de outros poetas, está "nos outros" enquanto alveja a si próprio ao fissurar o nicho e apontar a cabeça,
O POETA...
O POETA...
O POETA...
O POETA...
AINDA NÃO CRIOU NADA?
O POETA...
O POETA...
O POETA...
Perdoe-me, muitas vezes o seu nome para fugir da maldição do conceito e se tornar apenas
PEITO...
O poeta é alvo da crítica... Que ele mesmo cria, é uma esponja de banana, e não sabe, e mete,
Bronca!
Balas na multidão muda e cabisbaixa, e risonha, e tristonha, e medonha!
Navalhas-palavras...
Ódio.
Mete, mete tudo! Sim, se há algo que o poeta sabe fazer é ouvir o pedido estranho que mal interpreta e já mete, mete tudo!
Poetas grandes e pequenos? Regionais e universais, só poetas... Nada mais! Ofertas, ofertas, quem quer poetas?...
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