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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

RITMO PATRIARCAL 0023172


O poeta é alvo de outros poetas, está "nos outros" enquanto alveja a si próprio ao fissurar o nicho e apontar a cabeça,


O POETA...


O POETA...


O POETA...


O POETA...


AINDA NÃO CRIOU NADA?


O POETA...


O POETA...


O POETA...


Perdoe-me, muitas vezes o seu nome para fugir da maldição do conceito e se tornar apenas


PEITO...


O poeta é alvo da crítica... Que ele mesmo cria, é uma esponja de banana, e não sabe, e mete,


Bronca!


Balas na multidão muda e cabisbaixa, e risonha, e tristonha, e medonha!


Navalhas-palavras...


Ódio.


Mete, mete tudo! Sim, se há algo que o poeta sabe fazer é ouvir o pedido estranho que mal interpreta e já mete, mete tudo!


Poetas grandes e pequenos? Regionais e universais, só poetas... Nada mais! Ofertas, ofertas, quem quer poetas?...

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